Camarinha

Foto de José Abelardo Guimarães Camarinha
Camarinha
José Abelardo Guimarães Camarinha (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PODE
68 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Camarinha (José Abelardo Guimarães Camarinha) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014 e 1994; deputado federal em 2010 e 2006; prefeito de Marília em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 79.325 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Marília/SP, declarou R$ 542 mil em receitas: R$ 78 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de outros recursos do partido, R$ 169 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 200 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 542 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 219 mil), publicidade por adesivos (R$ 88 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2014 e R$ 734 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

35.006 votos em 2020 (anulados) · 7 eleições

A votação de José Abelardo Guimarães Camarinha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 542 mil em receitas · R$ 542 mil em gastos

Camarinha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, deputado estadual por São Paulo em 2014, e prefeito em Marília (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 542 mil em receitas: R$ 78 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de outros recursos do partido, R$ 169 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 200 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 542 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 219 mil) e publicidade por adesivos (R$ 88 mil). Em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados; em 2010, 52% dos R$ 734 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 542 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 542 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Marília (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 542 mil
16 doadores pessoas físicas
FEFC 14% · partido 18% · pessoas 31% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 542 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 219 mil40,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 88 mil16,2%
  • Materiais impressosR$ 76 mil14,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 53 mil9,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil19,6%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 802 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 12% · empresas 27% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 318 mil28,7%
  • Materiais impressosR$ 236 mil21,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 214 mil19,4%
  • Serviços de terceirosR$ 119 mil10,7%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 220 mil19,9%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 632 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 6% · empresas 37% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 734 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 380 mil51,7%
  • Materiais impressosR$ 102 mil13,9%
  • PessoalR$ 78 mil10,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 31 mil4,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 143 mil19,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 331 mil
36 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 51% · empresas 28% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 332 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 80 mil24,2%
  • Materiais impressosR$ 57 mil17,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 44 mil13,1%
  • Despesas postaisR$ 27 mil8,1%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 124 mil37,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892