- Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil51,9%
- Serviços de terceirosR$ 12 mil20,8%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil17,3%
- Materiais impressosR$ 3 mil5,7%
- Outras 2 categoriasR$ 3 mil4,3%
Segundo o Radar do Voto, Manoel Marcos (PP) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 5.168 votos, pelo resultado oficial do TSE. Manoel Marcos (Manoel Marcos de Jesus Ferreira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Ilhabela em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 14.060 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 30 mil), serviços de terceiros (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 230 mil em 2024 e R$ 42 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Manoel Marcos de Jesus Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Manoel Marcos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010, prefeito em Ilhabela (SP) em 2012 e 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 30 mil) e serviços de terceiros (R$ 12 mil); R$ 33 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 230 mil em gastos; em 2012, 55% dos R$ 42 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.