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Foto de Paulo Vitor da Silva

Paulo Vitor Cowboy Apaixonado

Paulo Vitor da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2000 e 2016 · último partido DEM
44 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Operador de Equipamento de Rádio, Televisão, Som e Cinema

Paulo Vitor Cowboy Apaixonado (Paulo Vitor da Silva) disputou 2 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Tupã/SP: 194 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Tupã/SP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).

4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

194 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Paulo Vitor da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Paulo Vitor Cowboy Apaixonado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Tupã (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil).

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Tupã (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 59%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil38,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil21,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 7208,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil13,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Bens declarados ao TSE

Consulte no TSE

O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

Perguntas frequentes sobre Paulo Vitor Cowboy Apaixonado

Respostas curtas, com os números desta página.

Paulo Vitor Cowboy Apaixonado já foi eleito?

Nos resultados do TSE, Paulo Vitor Cowboy Apaixonado não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.

Quantos votos Paulo Vitor Cowboy Apaixonado teve na última eleição?

Em 2016, para vereador em Tupã/SP, Paulo Vitor Cowboy Apaixonado teve 194 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quais são as receitas e os gastos contratados de Paulo Vitor Cowboy Apaixonado na campanha de 2016?

Na campanha de 2016 para vereador em Tupã/SP, Paulo Vitor Cowboy Apaixonado declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Em quantas campanhas Paulo Vitor Cowboy Apaixonado declarou receitas e gastos?

Paulo Vitor Cowboy Apaixonado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Tupã (SP) em 2016.

Qual foi a maior votação de Paulo Vitor Cowboy Apaixonado?

Segundo os dados do TSE, a maior votação de Paulo Vitor Cowboy Apaixonado foi em 2016, para vereador em Tupã (SP): 194 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›

Para quais cargos Paulo Vitor Cowboy Apaixonado já foi candidato?

Segundo os dados do TSE, Paulo Vitor Cowboy Apaixonado disputou 2 eleições, de 2000 a 2016: vereador em Arco-Íris (SP) em 2000; vereador em Tupã (SP) em 2016. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›

Por quais partidos Paulo Vitor Cowboy Apaixonado já concorreu?

Segundo os dados do TSE, Paulo Vitor Cowboy Apaixonado concorreu pelo PFL em 2000 e pelo DEM em 2016. Ver as candidaturas ›

Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.