- Materiais impressosR$ 49 mil29,8%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil4,8%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil1,2%
- Materiais impressosR$ 3830,2%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil63,9%
Tião Biazzo (Sebastião Biazzo) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e 2º suplente senador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Aguaí em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Aguaí/SP: 8.063 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Aguaí/SP, declarou R$ 267 mil em receitas: R$ 383 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de empresas e R$ 264 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 166 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 44 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 17 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 474 mil, 46% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sebastião Biazzo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tião Biazzo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Aguaí (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 267 mil em receitas: R$ 383 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de empresas e R$ 264 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 166 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 44 mil). Em 2008, 46% dos R$ 474 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.