- Materiais impressosR$ 76 mil50,1%
- Serviços de terceirosR$ 24 mil15,8%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil13,1%
- ComíciosR$ 14 mil9,2%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil11,8%
Armando Batalha (Armando Batalha de Gois) disputou 5 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2006; prefeito de São Cristóvão em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SE: 20.063 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em São Cristóvão/SE, declarou R$ 261 mil em receitas: R$ 112 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 133 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 152 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil), serviços de terceiros (R$ 24 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 317 mil em 2008 e R$ 163 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Armando Batalha de Gois em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Armando Batalha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Sergipe em 2006, e prefeito em São Cristóvão (SE) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 261 mil em receitas: R$ 112 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 133 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 152 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil) e serviços de terceiros (R$ 24 mil). Em 2008, R$ 317 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 163 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.