Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lucia Steinheuser Gorges disputou 2 eleições entre 2000 e 2008, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Timbó em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeita em Timbó/SC: 1.568 votos. Na campanha de 2008 para prefeita em Timbó/SC, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.568 votos em 2008 · 2 eleições
A votação de Lucia Steinheuser Gorges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 41 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos contratados
Lucia Steinheuser Gorges declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Timbó (SC) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil23,8%
Materiais impressosR$ 9 mil20,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil8,4%
Serviços de terceirosR$ 3 mil6,8%
Outras 10 categoriasinclui R$ 92 lançados como "diversas a especificar" e R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 17 mil40,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA567LTimbó, Santa Catarina · 40 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PMDB · nº 15615 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.