Flavio Ragagnin

Foto de Flavio Ragagnin
Flavio Ragagnin
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PP
71 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Flávio Ragagnin disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Seara em 2020 e 2016; prefeito de Seara em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SC: 16.520 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Seara/SC, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 18 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 39 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 6 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 76 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

97 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Flavio Ragagnin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 76 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos contratados

Flávio Ragagnin declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, e prefeito em Seara (SC) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 18 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 39 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil). Em 2006, R$ 76 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 76 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 76 milcontratados
Gastos em 2006R$ 76 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, Seara (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 15% · empresas 52% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 76 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 17 mil22,0%
  • Materiais impressosR$ 17 mil22,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil8,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil7,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 860 lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil40,1%
2006Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 54% · empresas 7% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 76 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil24,0%
  • Materiais impressosR$ 16 mil21,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 14 mil18,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil6,9%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil29,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892