Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tome (Tomé Francisco Etges) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de São Lourenço do Oeste em 2008 e 2004; vereador de São Lourenço do Oeste em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São Lourenço do Oeste/SC: 6.984 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Lourenço do Oeste/SC, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 27 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 132 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 18 mil), pessoal (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 63 mil.
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Evolução da votação nas eleições
4.847 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Tome Francisco Etges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 132 mil em receitas · R$ 132 mil em gastos contratados
Tome declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São Lourenço do Oeste (SC) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 27 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 132 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 18 mil) e pessoal (R$ 17 mil). Em 2008, R$ 63 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 132 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 132 milcontratados
Gastos em 2008R$ 63 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 53% · pessoas 18% · empresas 24% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 63 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 16 mil24,9%
Publicidade por carros de somR$ 10 mil16,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 9 mil14,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil8,0%
Outras 10 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil36,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996ELEITO663LSão Lourenço do Oeste, Santa Catarina · 34 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PFL · nº 25625 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.