Valmir Rodrigues

Foto de Valmir Augusto Rodrigues
Valmir Rodrigues
Valmir Augusto Rodrigues (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PP
65 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Prefeito
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valmir Rodrigues (Valmir Augusto Rodrigues) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Passo de Torres em 2024 e 2020; vereador de Passo de Torres em 2004. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Passo de Torres/SC: 2.806 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Passo de Torres/SC, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 38 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 16 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 62 mil em 2020 e R$ 6 mil em 2012.

Prefeito · 2024
2.806
votos · Passo de Torres, Santa Catarina
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.806 votos em 2024 (eleito) · 7 eleições

A votação de Valmir Augusto Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 76 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos

Valmir Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Passo de Torres (SC) em 2008, 2012, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 38 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 16 mil). Em 2020, R$ 62 mil em gastos; em 2012, 72% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 76 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 76 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 62 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2012, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Passo de Torres (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 50% · pessoas 43% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 76 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 25 mil33,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 16 mil21,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil13,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil13,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 14 mil18,7%
2020Prefeito, Passo de Torres (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
doações de pessoas
FEFC 64% · Fundo Partidário 16% · pessoas 13% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 62 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 15 mil24,1%
  • Materiais impressosR$ 14 mil21,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil15,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil8,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil30,3%
2012Prefeito, Passo de Torres (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil71,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil16,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 69911,7%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Passo de Torres (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
sem doações de pessoas
empresas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil30,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,7%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil6,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 875 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil26,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892