Picon

Foto de Edgar Jose Picon
Picon
Edgar Jose Picon (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
58 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Picon (Edgar José Picon) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Palmitos em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para vereador em Palmitos/SC: 691 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Palmitos/SC, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 900), publicidade por materiais impressos (R$ 748) e publicidade por jornais e revistas (R$ 608). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 43% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

241 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Edgar Jose Picon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Picon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Palmitos (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 900) e publicidade por materiais impressos (R$ 748). Em 2012, 43% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Palmitos (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 38% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 90028,9%
  • Materiais impressosR$ 74824,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 60819,5%
  • PessoalR$ 37211,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 48915,7%
2012Vereador, Palmitos (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 38% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 70542,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35521,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 30018,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 29017,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892