Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ari Alfredo Costa disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Tavares em 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Tavares/RS: 1.899 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tavares/RS, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
134 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições
A votação de Ari Alfredo Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados
Ari Alfredo Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Tavares (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).
Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 4 mil35,8%
Materiais impressosR$ 3 mil26,8%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil16,1%
Serviços de terceirosR$ 9508,5%
Outras 2 categoriasinclui R$ 933 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil12,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO134LTavares, Rio Grande do Sul · 70 anos · Branca · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PTB · nº 14 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO1.899LTavares, Rio Grande do Sul · 50 anos · Dado Inexistente · PFL · nº 25 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.