Carlos Roberto Dias Roque

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Carlos Roberto Dias Roque
3 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PODE
65 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Mano Roque (Carlos Roberto Dias Roque) disputou 3 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RS: 184 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), locação de imóveis (R$ 1 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 1 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 743, 65% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

184 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Carlos Roberto Dias Roque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 25 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Mano Roque declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rosário do Sul (RS) em 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e locação de imóveis (R$ 1 mil). Em 2016, 65% dos R$ 743 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2022R$ 25 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 743contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
sem doações de pessoas
FEFC 75% · partido 25%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil28,3%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil25,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 1 mil23,9%
  • PessoalR$ 1 mil21,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 220,4%
2016Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 743
doações de pessoas
Fundo Partidário 22% · pessoas 78%
Gasto contratado
R$ 743
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 48064,6%
  • Materiais impressosR$ 16322,0%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10013,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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