- Publicidade por adesivosR$ 14 mil28,2%
- Materiais impressosR$ 12 mil24,4%
- PessoalR$ 10 mil20,1%
- Serviços contábeisR$ 7 mil14,1%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil13,2%
Samuel Gaúcho (PL) ficou como suplente de deputado distrital do Distrito Federal em 2026, com 400 votos, pelo resultado oficial do TSE. Samuel Gaúcho (Samuel Nogueira Correa) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Samuel Gaúcho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil); R$ 40 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.