- Militância e mobilização de ruaR$ 208 mil43,5%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil5,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil4,5%
- Materiais impressosR$ 13 mil2,7%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 202 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 211 mil44,1%
Joe Valle da Malunga (PDT) teve 8.753 votos para deputado distrital do Distrito Federal em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Joe Valle da Malunga (Joe Carlo Viana Valle) disputou 5 eleições entre 2006 e 2026, para deputado distrital, vice-governador e senador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado distrital em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2022, para senador por DF: 49.310 votos. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 702 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 99 mil de doações privadas (38 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 479 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 208 mil), serviços advocatícios (R$ 25 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 21 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão em 2022 e R$ 208 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joe Carlo Viana Valle em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joe Valle da Malunga declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, 2010, 2014 e 2026, e senador por Distrito Federal em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 702 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 99 mil de doações privadas (38 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 479 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 208 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil); R$ 170 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,8 milhão em gastos; em 2014, R$ 208 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.