Cristovam Buarque declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: presidente em 2006, senador por Distrito Federal em 2010 e 2018, e deputado federal por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 685 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 900 mil de outros recursos do partido e R$ 80 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 395 mil) e serviços de terceiros (R$ 318 mil); R$ 1,3 milhão já foram pagos. Em 2018, 61% dos R$ 2,5 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 1,9 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 1,7 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,6 milhãocontratados, parcial; R$ 1,3 milhão pagos
Gastos em 2018R$ 2,5 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2018 e 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
10 doadores pessoas físicas
FEFC 41% · partido 54% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
pago até agora: R$ 1,3 milhão (83%)
- Materiais impressosR$ 395 mil24,9%
- Serviços de terceirosR$ 318 mil20,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 276 mil17,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 206 mil13,0%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 742 lançados como "diversas a especificar" e R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 391 mil24,7%
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
23 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 58% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 38% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 2,5 milhões
pago: R$ 2 milhões (82%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,5 milhão61,0%
- Serviços de terceirosR$ 480 mil19,5%
- Materiais impressosR$ 296 mil12,0%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 78 mil3,2%
- Outras 11 categoriasR$ 109 mil4,4%
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 10% · empresas 47%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 702 mil37,0%
- AlimentaçãoR$ 470 mil24,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 191 mil10,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 155 mil8,2%
- Outras 16 categoriasR$ 381 mil20,1%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 18% · empresas 82%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 870 mil50,7%
- Materiais impressosR$ 416 mil24,3%
- Transporte ou deslocamentoR$ 83 mil4,8%
- Despesas postaisR$ 76 mil4,4%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 270 mil15,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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