Eduardo Dutra Brandão Cavalcanti

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Eduardo Dutra Brandão Cavalcanti
5 eleições entre 2006 e 2026 · PV
66 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Eduardo Brandão (Eduardo Dutra Brandão Cavalcanti) disputou 4 eleições entre 2006 e 2018, para vice-governador, deputado federal e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para governador por DF: 78.837 votos. Em 2026, concorre a deputado distrital por DF pelo PV. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 627 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 227 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 127 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 63 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 302 mil em 2014 e R$ 194 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

15.121 votos em 2014 · 5 eleições · 2026 em disputa

A votação de Eduardo Dutra Brandão Cavalcanti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorDep. Distritalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 627 mil em receitas · R$ 127 mil em gastos contratados

Eduardo Brandão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006 e 2014, governador por Distrito Federal em 2010, e deputado distrital por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 627 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 227 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 127 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 63 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil); R$ 127 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 302 mil em gastos contratados; em 2010, 67% dos R$ 194 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 627 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 127 milcontratados, parcial; R$ 127 mil pagos
Gastos em 2014R$ 302 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2026parcialDeputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 627 mil
sem doações de pessoas
FEFC 64% · partido e outras campanhas 36%
Gasto contratado
R$ 127 mil
pago até agora: R$ 127 mil (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 63 mil49,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil23,7%
  • Materiais impressosR$ 17 mil13,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil7,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil5,6%
2014Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 303 mil
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 55% · pessoas menos de 1% · empresas 45%
Gasto contratado
R$ 302 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 73 mil24,1%
  • Locação de imóveisR$ 48 mil15,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 46 mil15,2%
  • Materiais impressosR$ 36 mil11,9%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 100 mil33,0%
2010Governador, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 194 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 88% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 7% · empresas 4%
Gasto contratado
R$ 194 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 129 mil66,6%
  • Locação de imóveisR$ 26 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 15 mil7,6%
  • Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 4 mil2,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 20 mil10,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · empresas 99%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil74,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1870,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1130,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 7 mil18,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Eduardo Brandão (PV): Deputado Distrital por DF em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto