Mariana Rosa (PT) ficou como suplente de deputada distrital do Distrito Federal em 2026, com 2.543 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mariana Rosa (Mariana Rosa Moreira dos Santos) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada distrital e 1º suplente. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada distrital por DF: 2.543 votos. Na campanha de 2026 para deputada distrital por DF, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 108 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 92 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 105). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 11 mil, 54% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
2.543 votos em 2026 · 3 eleições
A votação de Mariana Rosa Moreira dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. DistritalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 167 mil em receitas · R$ 109 mil em gastos contratados
Mariana Rosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada distrital por Distrito Federal em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 108 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 92 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil); R$ 99 mil já foram pagos. Em 2018, 54% dos R$ 11 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 167 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 109 milcontratados, parcial; R$ 99 mil pagos
Gastos em 2018R$ 11 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 29% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 35%
Gasto contratado
R$ 11 mil
tudo pago (100%)
PessoalR$ 6 mil53,9%
Materiais impressosR$ 3 mil23,7%
Publicidade por adesivosR$ 1 mil12,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 7006,3%
Outras 2 categoriasR$ 3823,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Distrital · 2018SUPLENTE852GDF · 37 anos · Preta · Superior completo · Secretário e Datilógrafo · PT · nº 13999 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.