- PessoalR$ 283 mil54,1%
- Materiais impressosR$ 70 mil13,4%
- AlimentaçãoR$ 38 mil7,2%
- Locação de imóveisR$ 36 mil6,9%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 60 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 97 mil18,4%
Chico Vigilante (PT) foi eleito deputado distrital do Distrito Federal em 2026, com 50.046 votos, pelo resultado oficial do TSE. Chico Vigilante (Francisco Domingos dos Santos) disputou 9 eleições entre 1994 e 2026, para deputado distrital e deputado federal. Ele foi eleito 7 vezes: deputado distrital em 2026, 2022, 2018, 2014, 2010 e 2002; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado federal por DF: 57.697 votos. Na Câmara Legislativa do Distrito Federal, indicou R$ 46,9 milhões em 34 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2024, para 4 municípios; 46% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 591 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 869 de outras campanhas e R$ 324 mil de doações privadas (33 doadores). Os gastos contratados somam R$ 524 mil, principalmente com pessoal (R$ 283 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil) e alimentação (R$ 38 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 597 mil em 2022 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 129 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco Domingos dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Chico Vigilante declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 591 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 869 de outras campanhas e R$ 324 mil de doações privadas (33 doadores). Os gastos contratados somam R$ 524 mil, principalmente com pessoal (R$ 283 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil); R$ 382 mil já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 597 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 129 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara Legislativa do Distrito Federal, Chico Vigilante indicou R$ 46,9 milhões em 34 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2024, para 4 municípios. Até a coleta na fonte, 46% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (40%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Sol Nascente/ Pôr do Sol e Ceilândia. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 22,2 milhões em 16 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 24,7 milhões em 18 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 22,2 milhões | R$ 21,4 milhões | 97% | 16 | 2 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Camara Legislativa do DF — dados abertos, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Distrito Federal e a Câmara Legislativa do Distrito Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Distrito Federal e a Câmara Legislativa do Distrito Federal. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.