- Militância e mobilização de ruaR$ 516 mil65,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 145 mil18,3%
- Materiais impressosR$ 118 mil14,9%
- Serviços de terceirosR$ 15 mil1,9%
- Outras 1 categoriaR$ 91menos de 0,1%
Gilvan Patrulha do Consumidor (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pelo Distrito Federal em 2026, com 17.120 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gilvan Patrulha do Consumidor (Gilvam Maximo) disputou 3 eleições entre 2014 e 2026, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por GO: 58.466 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 83,6 milhões empenhados em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2025, para 13 municípios; 85% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por DF, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 795 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 681 mil do Fundo Partidário e R$ 30 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 795 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 516 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 145 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 118 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2022 (43% com pessoal) e R$ 802 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilvam Maximo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilvan Patrulha do Consumidor declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Goiás em 2014, e deputado federal por Distrito Federal em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 795 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 681 mil do Fundo Partidário e R$ 30 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 795 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 516 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 145 mil); R$ 326 mil já foram pagos. Em 2022, 43% dos R$ 1,3 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 802 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Gilvan Patrulha do Consumidor teve R$ 83,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 13 municípios. Já foram pagos R$ 70,7 milhões (85%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (43%). As cidades que mais receberam foram Valparaíso de Goiás, Planaltina e Luziânia.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 24,7 milhões | R$ 17,3 milhões | 70% | 5 | 11 |
| 2024 | R$ 22 milhões | R$ 20 milhões | 91% | 7 | 4 |
| Total | R$ 46,7 milhões | R$ 37,3 milhões | 80% | 12 | 13 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE. Em 2025 o STF decidiu que a regra das sobras eleitorais fixada em 2024 (a última rodada aberta a todos os partidos e candidatos) vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325), e o TSE refez a totalização de deputado federal em junho de 2025. Na totalização original constava eleito por média; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.