- Militância e mobilização de ruaR$ 229 mil69,7%
- PessoalR$ 50 mil15,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil12,2%
- Materiais impressosR$ 9 mil2,8%
- Outras 1 categoriaR$ 18menos de 0,1%
Dr. João Luiz (PSD) teve 1.663 votos para deputado federal pelo Distrito Federal em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Dr. João Luiz (João Luiz Arantes de Freitas) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, deputado distrital, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por GO: 6.855 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por DF, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 328 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 229 mil), pessoal (R$ 50 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 45 mil em 2014 e R$ 135 mil em 2010.
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A votação de Joao Luiz Arantes de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. João Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2010 e 2014, e deputado federal por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 328 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 229 mil) e pessoal (R$ 50 mil); R$ 105 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 45 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 135 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.