Manoel Cordeiro Lima

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Manoel Cordeiro Lima
3 eleições entre 2018 e 2026 · PSOL
59 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
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Mano Lima (PSOL) ficou como suplente de deputado distrital do Distrito Federal em 2026, com 135 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mano Lima (Manoel Cordeiro Lima) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputado distrital, 2º suplente e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado distrital por DF: 135 votos. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 372 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), serviços de terceiros (R$ 800) e locação de imóveis (R$ 500). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 526, 91% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

135 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Manoel Cordeiro Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorDep. Distritalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 17 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Mano Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Goiás em 2018, e deputado distrital por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 372 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 800); R$ 6 mil já foram pagos. Em 2018, 91% dos R$ 526 em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 17 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 6 milcontratados, parcial; R$ 6 mil pagos
Gastos em 2018R$ 526campanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 69% · partido e outras campanhas 29% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 6 mil
pago até agora: R$ 6 mil (90%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil70,0%
  • Serviços de terceirosR$ 80012,5%
  • Locação de imóveisR$ 5007,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3545,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 2714,2%
2018Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 78% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 526
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 48091,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 468,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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