- Combustíveis e lubrificantesR$ 85491,0%
- Materiais de expedienteR$ 828,7%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,3%
Daiane dos Santos (NOVO) teve 407 votos para deputada distrital do Distrito Federal em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Daiane dos Santos (Daiane Bispo dos Santos) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputada distrital. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada distrital por DF, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 25 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 939, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 854), materiais de expediente (R$ 82) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 3). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Daiane dos Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 25 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 939, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 854) e materiais de expediente (R$ 82); R$ 939 já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.