- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 25043,5%
- Serviços advocatíciosR$ 15026,1%
- Materiais impressosR$ 9516,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 508,7%
- Outras 1 categoriaR$ 305,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ricardo Japur (José Ricardo Japur Holosbach) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 505 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Quaraí/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 650 de outras campanhas e R$ 575 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 575, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 250), serviços advocatícios (R$ 150) e publicidade por materiais impressos (R$ 95). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 210 em 2018 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 901 em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Ricardo Japur Holosbach em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ricardo Japur declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Quaraí (RS) em 2012 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 650 de outras campanhas e R$ 575 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 575, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 250) e serviços advocatícios (R$ 150). Em 2018, 43% dos R$ 210 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 80% dos R$ 901 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.