Nelson Harter

Foto de Nelson Harter Filho
Nelson Harter
Nelson Harter Filho (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2014 · PMDB
55 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nelson Harter (Nelson Härter Filho) disputou 8 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006 e 2002; vereador de Pelotas em 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Pelotas/RS: 36.600 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 21 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 114 mil em 2010 e R$ 95 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

10.161 votos em 2014 · 8 eleições

A votação de Nelson Harter Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 65 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Nelson Harter declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 21 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Em 2010, R$ 114 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 95 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 65 milcontratados
Gastos em 2010R$ 114 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 14% · empresas 33% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil28,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil22,0%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil15,4%
  • PessoalR$ 9 mil14,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 979 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil19,6%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 5% · empresas 50% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 114 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil14,1%
  • Materiais impressosR$ 15 mil12,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil11,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil10,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil51,8%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 42% · empresas 26% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil25,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil12,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 9 mil9,6%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil8,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil43,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892