Paulo Sergio

Foto de Paulo Sergio Moreira Rodrigues
Paulo Sergio
Paulo Sergio Moreira Rodrigues (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · PT
58 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Sergio (Paulo Sergio Moreira Rodrigues) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Panambi em 2016, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 20.994 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Panambi/RS, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil), serviços contábeis (R$ 8 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2016 e R$ 95 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

2.164 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Paulo Sergio Moreira Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 59 mil em receitas · R$ 54 mil em gastos

Paulo Sergio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Panambi (RS) em 2008, 2012 e 2020, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, e vereador em Panambi (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços contábeis (R$ 8 mil). Em 2016, R$ 9 mil em gastos contratados; em 2012, 47% dos R$ 95 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 54 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Panambi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 74% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 10% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 54 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil24,7%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil15,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil9,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil7,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 191 doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil42,8%
2016Vereador, Panambi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 17% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil22,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil13,9%
  • PessoalR$ 1 mil10,9%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 165 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil31,5%
2012Prefeito, Panambi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 110 mil
22 doadores pessoas físicas
partido 17% · pessoas 8% · empresas 17% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 45 mil47,1%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil20,7%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 12 mil12,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil6,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 13 mil13,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 133 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 42% · empresas menos de 1% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 133 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 44 mil33,0%
  • PessoalR$ 13 mil10,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil5,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 7 mil5,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 61 mil45,9%
2008Prefeito, Panambi (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 64% · empresas 14% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil42,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 10 mil12,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil8,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil7,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 812 lançados como "diversas a especificar" e R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil29,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892