- Materiais impressosR$ 2 mil76,3%
- Publicidade por adesivosR$ 45720,6%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 673,0%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, João Mendonça (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 691 votos, pelo resultado oficial do TSE. João Mendonça (João Carlos Mendonça Rodrigues) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, deputado federal, prefeito, governador, vice-governador e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Porto Alegre/RS: 1.230 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 457) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 67). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 69 mil em 2022 (57% com pessoal) e R$ 4 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joao Carlos Mendonça Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Mendonça declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Alvorada (RS) em 2008, governador por Rio Grande do Sul em 2014, prefeito em Porto Alegre (RS) em 2016, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018 e 2026, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 457); R$ 2 mil já foram pagos. Em 2022, 57% dos R$ 69 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 55% dos R$ 4 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.