Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mano (Carlindson Onofre Pereira de Melo) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Umarizal em 2012; vice-prefeito de Umarizal em 2008; vereador de Umarizal em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Umarizal/RN: 3.932 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Umarizal/RN, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido, R$ 59 mil de doações privadas (86 doadores), R$ 600 de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 9 mil) e publicidade por carros de som (R$ 8 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.932 votos em 2012 (eleito) · 5 eleições
A votação de Carlindson Onofre Pereira de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 90 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos contratados
Mano declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Umarizal (RN) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido, R$ 59 mil de doações privadas (86 doadores), R$ 600 de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 9 mil).
partido 28% · pessoas 65% · empresas menos de 1% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 11 mil31,7%
Locação/cessão de bens móveisR$ 9 mil24,2%
Publicidade por carros de somR$ 8 mil21,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil12,2%
Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 24 doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil10,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO4.021LUmarizal, Rio Grande do Norte · 37 anos · Ensino médio completo · Agricultor · DEM · nº 40 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO364LUmarizal, Rio Grande do Norte · 33 anos · Ensino médio completo · Senador, Deputado e Vereador · PFL · nº 25110 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO362LUmarizal, Rio Grande do Norte · 29 anos · Ensino médio completo · PFL · nº 25444 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO397LUmarizal, Rio Grande do Norte · 25 anos · Ensino médio completo · Comerciario · PFL · nº 25611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.