- Materiais impressosR$ 103 mil21,7%
- Serviços de terceirosR$ 40 mil8,4%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 333 mil69,8%
Poti Júnior (Francisco Potiguar Cavalcanti Júnior) disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010 e 2006; prefeito de São Gonçalo do Amarante em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RN: 31.881 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RN, declarou R$ 477 mil em receitas: R$ 334 mil de outras campanhas, R$ 135 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 476 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 133 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 103 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 101 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 44 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco Potiguar Cavalcanti Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Poti Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 477 mil em receitas: R$ 334 mil de outras campanhas, R$ 135 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 476 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 133 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 103 mil). Em 2006, R$ 44 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.