Neilton Mulim declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e prefeito em São Gonçalo (RJ) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 927 mil de doações privadas (456 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 468 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil). Em 2012, R$ 1,3 milhão em gastos contratados; em 2010, R$ 204 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2012R$ 1,3 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2016
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
456 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 18% · pessoas 82%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 468 mil41,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil22,2%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 133 mil11,8%
- Publicidade por adesivosR$ 78 mil6,9%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 198 mil17,5%
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
49 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 34% · partido 58% · pessoas 7% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 433 mil34,0%
- Materiais impressosR$ 296 mil23,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil19,7%
- Serviços de terceirosR$ 95 mil7,5%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 46 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 199 mil15,6%
Arrecadado
R$ 204 mil
82 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 81% · empresas 6% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 204 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 47 mil23,2%
- Despesas postaisR$ 42 mil20,7%
- Materiais impressosR$ 30 mil14,8%
- Serviços de terceirosR$ 23 mil11,3%
- Outras 6 categoriasR$ 61 mil30,0%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 42 mil
43 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · empresas 9% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 11 mil27,8%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil13,8%
- Encargos sociaisR$ 2 mil4,8%
- Despesas postaisR$ 1 mil2,6%
- Outras 4 categoriasR$ 19 mil50,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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