Neilton Mulim da Costa

Foto de Neilton Mulim da Costa
Neilton Mulim da Costa
8 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PR
54 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito
Comparar

Neilton Mulim (Neilton Mulim da Costa) disputou 8 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, deputado federal, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de São Gonçalo em 2012; deputado federal em 2010 e 2006; vereador de São Gonçalo em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em São Gonçalo/RJ: 265.579 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Gonçalo/RJ, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 927 mil de doações privadas (456 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 468 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 133 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2012 e R$ 204 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

65.922 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Neilton Mulim da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados

Neilton Mulim declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e prefeito em São Gonçalo (RJ) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 927 mil de doações privadas (456 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 468 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil). Em 2012, R$ 1,3 milhão em gastos contratados; em 2010, R$ 204 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2012R$ 1,3 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São Gonçalo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
456 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 18% · pessoas 82%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 468 mil41,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil22,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 133 mil11,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 78 mil6,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 198 mil17,5%
2012Prefeito, São Gonçalo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
49 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 34% · partido 58% · pessoas 7% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 433 mil34,0%
  • Materiais impressosR$ 296 mil23,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil19,7%
  • Serviços de terceirosR$ 95 mil7,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 46 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 199 mil15,6%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 204 mil
82 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 81% · empresas 6% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 204 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 47 mil23,2%
  • Despesas postaisR$ 42 mil20,7%
  • Materiais impressosR$ 30 mil14,8%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil11,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 61 mil30,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
43 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · empresas 9% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil27,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil13,8%
  • Encargos sociaisR$ 2 mil4,8%
  • Despesas postaisR$ 1 mil2,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 19 mil50,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Neilton Mulim da Costa (Neilton Mulim): candidaturas e votos · Radar do Voto