José Rafael de Abreu Magalhães

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José Rafael de Abreu Magalhães
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido DEM
57 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Fael (José Rafael de Abreu Magalhães) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Gonçalo em 2016 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 13.133 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Gonçalo/RJ, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2008 (99% com publicidade por materiais impressos) e R$ 14 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

3.245 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições

A votação de José Rafael de Abreu Magalhães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Fael declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em São Gonçalo (RJ) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2008, 99% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Recursos próprios
2016Vereador, São Gonçalo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil100,0%
2008Vereador, São Gonçalo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil99,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 3menos de 0,1%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
sem doações de pessoas
próprios 99%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil37,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil29,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil21,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil8,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 5854,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
José Rafael de Abreu Magalhães (Fael): candidaturas e votos · Radar do Voto