- Transporte ou deslocamentoR$ 33 mil30,0%
- PessoalR$ 16 mil14,3%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil10,0%
- Materiais impressosR$ 8 mil6,9%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil38,7%
Beatriz Santos (Eva Beatriz Soares dos Santos) disputou 6 eleições entre 2000 e 2012, para vereadora, deputada estadual e 2º suplente senadora. Ela foi eleita 3 vezes: deputada estadual em 2006; vereadora de São Gonçalo em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por RJ: 39.266 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 85 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 33 mil), pessoal (R$ 16 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 11 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 55 mil, 56% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eva Beatriz Soares dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Beatriz Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 85 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 33 mil) e pessoal (R$ 16 mil). Em 2006, 56% dos R$ 55 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.