3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSOL
58 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luís Escrivão (Luís Carlos Gomes da Silva) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Magé/RJ: 191 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Magé/RJ, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas (3 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 700), publicidade por carros de som (R$ 300) e serviços de terceiros (R$ 200). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 973, 90% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
132 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Luís Carlos Gomes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados
Luís Escrivão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Magé (RJ) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas (3 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 700) e publicidade por carros de som (R$ 300). Em 2012, 90% dos R$ 973 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 973contratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 25% · empresas 4% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 973
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 87389,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10010,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016132não eleitoLMagé, Rio de Janeiro · 58 anos · Parda · Superior completo · Servidor Público Civil Aposentado · PSOL · nº 50234 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012VOTOS ANULADOSINDEFERIDO140LMagé, Rio de Janeiro · 54 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PSOL · nº 50234 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE191LMagé, Rio de Janeiro · 42 anos · Superior completo · PSDC · nº 27701 · ver resultado completo
Coligação: PSDC / PTN
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.