- Publicidade por telemarketingR$ 35 mil36,8%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil19,1%
- Serviços de terceirosR$ 11 mil11,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 7 mil6,8%
- Outras 7 categoriasR$ 24 mil25,5%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sylvio Lopes (Sylvio Lopes Teixeira) disputou 6 eleições entre 1994 e 2012, para vereador, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2006 e 1994; prefeito de Macaé em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 64.228 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Macaé/RJ, declarou R$ 177 mil em receitas: R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 58 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 87 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 95 mil, principalmente com publicidade por telemarketing (R$ 35 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 18 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2008 e R$ 462 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sylvio Lopes Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sylvio Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, prefeito em Macaé (RJ) em 2008, e vereador em Macaé (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 177 mil em receitas: R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 58 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 87 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 95 mil, principalmente com publicidade por telemarketing (R$ 35 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 18 mil). Em 2008, R$ 1,1 milhão em gastos contratados; em 2006, R$ 462 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.