Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Beto da Reta (Luis Roberto Jesus) disputou 8 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Itaguaí em 2008. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 17.684 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Itaguaí/RJ, declarou R$ 100 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 100, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 100). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2012 (81% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 23 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.603 votos em 2012 · 8 eleições
A votação de Luis Roberto Jesus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. EstadualVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 100 em receitas · R$ 100 em gastos contratados
Beto da Reta declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em Itaguaí (RJ) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 100 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 100, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 100). Em 2012, 81% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2008, R$ 23 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 100campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 100contratados
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 11% · pessoas 30% · empresas 57% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil36,8%
Materiais impressosR$ 17 mil23,2%
Publicidade por carros de somR$ 7 mil9,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil5,5%
Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil25,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016—LItaguaí, Rio de Janeiro · 58 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PR · nº 22655 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE17.684GRJ · 48 anos · Superior completo · Advogado · PSC · nº 20655 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2004NÃO ELEITO19.131LItaguaí, Rio de Janeiro · 46 anos · Superior completo · Advogado · PSC · nº 20 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PSC / PTC / PMN / PSB / PSDC / PP / PT do B
Prefeito · 1996NÃO ELEITO7.729LItaguaí, Rio de Janeiro · 38 anos · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.