Nedson Marcondes Karam

Nedson Marcondes Karam
7 eleições entre 1996 e 2008 · último partido PMDB
49 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Veterinário
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Karam (Nedson Marcondes Karam) disputou 7 eleições entre 1996 e 2008, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São José dos Pinhais em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em São José dos Pinhais/PR: 40.070 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por PR, declarou R$ 195 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 120 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 195 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 81 mil), encargos sociais (R$ 28 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 19 mil).

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Evolução da votação nas eleições

11.704 votos em 2006 · 7 eleições

A votação de Nedson Marcondes Karam em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 195 mil em receitas · R$ 195 mil em gastos contratados

Karam declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 195 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 120 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 195 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 81 mil) e encargos sociais (R$ 28 mil).

Receitas em 2006R$ 195 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 195 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 195 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 36% · empresas 61% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 195 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 81 mil41,6%
  • Encargos sociaisR$ 28 mil14,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 19 mil9,9%
  • Materiais impressosR$ 15 mil7,6%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil26,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885