Danilson

Foto de Jose Danilson Alves de Oliveira
Danilson
Jose Danilson Alves de Oliveira (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PTB
50 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Danilson (José Danilson Alves de Oliveira) disputou 6 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Rolândia em 2012; vereador de Rolândia em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PR: 23.192 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PR, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 80 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 13 mil) e pessoal (R$ 12 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 40 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

23.192 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Jose Danilson Alves de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 121 mil em receitas · R$ 121 mil em gastos contratados

Danilson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rolândia (PR) em 2008, e deputado estadual por Paraná em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 80 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 13 mil). Em 2008, R$ 40 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 121 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 121 milcontratados
Gastos em 2008R$ 40 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 121 mil
37 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 26% · empresas 66% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 121 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil27,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil10,7%
  • PessoalR$ 12 mil10,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 8 mil6,7%
  • Outras 14 categoriasR$ 55 mil45,4%
2008Vereador, Rolândia (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
46 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 57% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil21,9%
  • PessoalR$ 4 mil9,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil2,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6941,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 22 lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil64,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892