Chimim

Foto de Luiz Carlos Chimim Claudino
Chimim
Luiz Carlos Chimim Claudino (nome civil)
3 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PSDB
68 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Economista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chimim (Luiz Carlos Chimim Claudino) disputou 3 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Mandirituba em 2000. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por PR: 6.387 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Mandirituba/PR, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.921 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Luiz Carlos Chimim Claudino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos contratados

Chimim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Mandirituba (PR) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil).

Receitas em 2016R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 50 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Mandirituba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 19 mil38,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil21,6%
  • Materiais impressosR$ 11 mil20,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil11,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 4 mil7,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892