Jonas Guimarães disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PR: 47.089 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PR, declarou R$ 881 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 759 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 879 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 292 mil), militância e mobilização de rua (R$ 147 mil) e publicidade por adesivos (R$ 97 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 899 mil em 2014 e R$ 342 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
41.919 votos em 2018 (eleito) · 6 eleições
A votação de Jonas Guimarães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 881 mil em receitas · R$ 879 mil em gastos
Jonas Guimarães declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 881 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 759 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 879 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 292 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 147 mil). Em 2014, R$ 899 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 342 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 881 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 879 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 899 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 22% · empresas 22% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 221 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 29 mil13,2%
Materiais impressosR$ 24 mil10,7%
Locação de imóveisR$ 3 mil1,4%
Serviços de terceirosR$ 3 mil1,2%
Outras 22 categoriasinclui R$ 78 lançados como "diversas a especificar"R$ 162 mil73,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996NÃO ELEITO8.974LCianorte, Paraná · 45 anos · PDT · nº 12 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.