Bellini

Foto de Sidney Bellini
Bellini
Sidney Bellini (nome civil)
5 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PSDB
64 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Bellini (Sidney Bellini) disputou 5 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Cambira em 2000. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por PR: 12.026 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cambira/PR, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 24 mil de doações privadas (35 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 24 mil), publicidade por adesivos (R$ 5 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.368 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Sidney Bellini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 40 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos contratados

Bellini declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cambira (PR) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 24 mil de doações privadas (35 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 24 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Em 2008, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 40 milcontratados
Gastos em 2008R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Cambira (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
35 doadores pessoas físicas
pessoas 60% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 24 mil61,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil12,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 3 mil7,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil7,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil10,6%
2008Prefeito, Cambira (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
empresas 35% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil26,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil20,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,6%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 1 mil7,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 232 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil36,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892