Lino Martins

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Lino Martins
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PDT
73 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
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Lino Martins disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Bandeirantes em 2016 e 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Bandeirantes/PR: 11.374 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Bandeirantes/PR, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil), publicidade por carros de som (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 54% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

9.699 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Lino Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 42 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos contratados

Lino Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bandeirantes (PR) em 2008, e prefeito em Bandeirantes (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil). Em 2008, 54% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 42 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 42 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Bandeirantes (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 41% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil59,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil6,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil3,8%
  • Locação de imóveisR$ 5501,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 12 mil29,3%
2008Vereador, Bandeirantes (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 67% · pessoas 16% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1002,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil97,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 1996 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Lino Martins: candidaturas e votos · Radar do Voto