- PessoalR$ 5 mil47,6%
- Publicidade por carros de somR$ 3 mil24,7%
- Impostos, contribuições e taxasR$ 5965,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1111,1%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 494 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil20,8%
Paulinho (João Paulo de Castro Klipe) disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Altamira do Paraná em 2008; vereador de Altamira do Paraná em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Altamira do Paraná/PR: 1.726 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Altamira do Paraná/PR, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e impostos, contribuições e taxas (R$ 596).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Paulo de Castro Klipe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Altamira do Paraná (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.