- Serviços de terceirosR$ 10 mil31,4%
- ComíciosR$ 9 mil28,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil12,5%
- PessoalR$ 4 mil11,2%
- Outras 5 categoriasR$ 5 mil16,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Sena (José de Sena Machado Filho) disputou 5 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de São José do Divino em 2024 e 2020; prefeito de São José do Divino em 2012; vereador de São José do Divino em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em São José do Divino/PI: 3.293 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São José do Divino/PI, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), comícios (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 15 mil, 60% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose de Sena Machado Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Sena declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São José do Divino (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e comícios (R$ 9 mil). Em 2012, 60% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.