Neto Surubim

Foto de Anibal da Silva Rego Neto
Neto Surubim
Anibal da Silva Rego Neto (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PV
58 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Neto Surubim (Anibal da Silva Rêgo Neto) disputou 5 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Bom Jardim/PE: 231 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PE, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 13, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 423, 61% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

61 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Anibal da Silva Rego Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 4 mil em receitas · R$ 13 em gastos

Neto Surubim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bom Jardim (PE) em 2008, e deputado estadual por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 13, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Em 2008, 61% dos R$ 423 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2018R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 13campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 423contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
FEFC 31% · partido 69%
Gasto contratado
R$ 13
tudo pago (100%)
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 13100,0%
2008Vereador, Bom Jardim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 550
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 423
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 26061,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 9322,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 70 lançados como "diversas a especificar"R$ 7016,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892