- Materiais impressosR$ 2 mil38,3%
- Materiais impressosR$ 3116,6%
- Outras 2 categoriasR$ 3 mil55,0%
Beta Medeiros (Carlos Alberto Medeiros) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cumaru em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Cumaru/PE: 519 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Cumaru/PE, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 311 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 68% com combustíveis e lubrificantes.
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A votação de Carlos Alberto Medeiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Beta Medeiros declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cumaru (PE) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 311 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Em 2008, 68% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.