Francisco Lima Barbosa

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Francisco Lima Barbosa
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PRP
62 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Músico
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Chico Barbosa (Francisco Lima Barbosa) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Bom Jardim em 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Bom Jardim/PE: 6.930 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Bom Jardim/PE, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 840 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 900), militância e mobilização de rua (R$ 800) e publicidade por adesivos (R$ 540). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 48% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

301 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Francisco Lima Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Chico Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bom Jardim (PE) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 840 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 900) e militância e mobilização de rua (R$ 800). Em 2008, 48% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Bom Jardim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 4% · pessoas 66% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 90032,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 80029,2%
  • Serviços de terceirosR$ 40014,6%
  • Serviços de terceirosR$ 1003,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 54019,7%
2008Vereador, Bom Jardim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 66022,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil77,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco Lima Barbosa (Chico Barbosa): candidaturas e votos · Radar do Voto