Simao de Almeida Neto

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Simao de Almeida Neto
10 eleições entre 1982 e 2010 · último partido PC do B
66 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Simão Almeida (Simão de Almeida Neto) disputou 10 eleições entre 1982 e 2010, para deputado estadual, senador, vereador, deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 2002, para senador por PB: 113.405 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PB, declarou R$ 68 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 120 de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil), serviços de terceiros (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.816 votos em 2010 · 10 eleições

A votação de Simao de Almeida Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalVereadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 68 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos contratados

Simão Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 68 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 120 de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Em 2006, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 68 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 68 milcontratados
Gastos em 2006R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 68 mil
19 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 59% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 26% · empresas menos de 1% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 68 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil27,9%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil15,8%
  • Outras 9 categoriasR$ 38 mil56,2%
2006Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 41% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil35,7%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil9,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 206 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil54,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1990

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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