Expedito Leite da Silva

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Expedito Leite da Silva
3 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PV
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Expedito Leite (Expedito Leite da Silva) disputou 3 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PB: 9.483 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PB, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 270 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 50 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.661 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Expedito Leite da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 27 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos

Expedito Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2010, e deputado federal por Paraíba em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 270 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2010, R$ 50 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 50 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 45% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil25,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil12,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil7,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 9 mil55,2%
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 53% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil14,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil8,0%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 37 mil73,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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