José Edvaldo Rosas

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José Edvaldo Rosas
5 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PSB
62 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Federal
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Edvaldo Rosas (José Edvaldo Rosas) disputou 5 eleições entre 2000 e 2018, para 1º suplente, deputado federal, 1º suplente senador e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por PB: 50.171 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por PB, declarou R$ 218 mil em receitas: R$ 66 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 101 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 42 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 475 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 70 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 102 mil, 95% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

50.171 votos em 2014 · 5 eleições

A votação de José Edvaldo Rosas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 218 mil em receitas · R$ 475 mil em gastos contratados

Edvaldo Rosas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Paraíba em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 218 mil em receitas: R$ 66 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 101 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 42 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 475 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 70 mil). Em 2010, 95% dos R$ 102 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 218 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 475 milcontratados
Gastos em 2010R$ 102 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 218 mil
33 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 46% · empresas 19% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 475 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 192 mil40,5%
  • Locação de imóveisR$ 38 mil8,0%
  • Materiais impressosR$ 30 mil6,2%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil2,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil0,2%
  • Outras 12 categoriasR$ 205 mil43,1%
2010Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 96 mil94,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil3,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885