Francisco Lopes da Silva

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Francisco Lopes da Silva
7 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PSB
66 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
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Chico Lopes (Francisco Lopes da Silva) disputou 7 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por PB: 9.243 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PB, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 700) e serviços de terceiros (R$ 500). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.500 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Francisco Lopes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 9 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Chico Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Paraíba em 2006 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 700). Em 2006, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 35% · pessoas 42% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil70,7%
  • Serviços de terceirosR$ 50012,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 70017,1%
2006Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 31% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil19,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil15,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 387 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil65,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco Lopes da Silva (Chico Lopes): candidaturas e votos · Radar do Voto