4 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PMDB
55 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Agente de Saúde e Sanitarista
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Baía (José Joaquim Ferreira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Capim em 2012; vereador de Capim em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Capim/PB: 149 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Capim/PB, declarou R$ 850 em receitas: R$ 600 de doações privadas (3 doadores) e R$ 250 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 850, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 194), combustíveis e lubrificantes (R$ 134) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 76).
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Evolução da votação nas eleições
147 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições
A votação de José Joaquim Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 850 em receitas · R$ 850 em gastos contratados
Zé Baía declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Capim (PB) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 850 em receitas: R$ 600 de doações privadas (3 doadores) e R$ 250 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 850, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 194) e combustíveis e lubrificantes (R$ 134).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 19422,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 13415,8%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 769,0%
Materiais impressosR$ 505,9%
Outras 2 categoriasinclui R$ 245 lançados como "diversas a especificar"R$ 39546,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.